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Salvador

Sábado, 19 de maio de 2012



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Governo usa repressão e PMs terminam greve PDF Imprimir E-mail
Ter, 14 de Fevereiro de 2012 15:34

Governo usa repressão e PMs terminam greve

Usando a mesma estratégia política, tal qual fez com asgreves dos docentes das UEBA, para levar a greve naPM ao desgaste, o governo Wagner faz ameaças epropagandas enganosas e usa de práticas nadademocráticas, como escutas telefônicas editadas a seubel prazer. Obviamente, não se está aqui na defesa dequaisquer atos violentos eventualmente praticados porPMs grevistas ou por exterminadores. Apenas pontua-se o comportamento desrespeitoso e autoritário dogoverno, do qual os docentes já foram vítimas e, comcerteza, ainda poderão ser. As estratégias paradesmoralizar o movimento e tentar isolá-lo como se a greve fosse um crime e os grevistas unsirresponsáveis corporativistas são típicas deste governo.
Foi neste contexto que os policiais militares findaram a greve no último sábado (11). Em notadivulgada pela Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (ASPRA), consideraram omovimento vitorioso e fundamental para mostrar à sociedade as péssimas condições de trabalho daPM baiana. Para a categoria, a greve pressionou o governo a negociar e ceder em alguns pontos,principalmente o pagamento das GAPs (gratificações), já devidas desde 1997, em acordo à Leiaprovada pela Assembléia Legislativa, desrespeitada pelos governos que se sucederam de lá paracá, iniciando-se em novembro deste ano e concluindo-se em março de 2015. A revogação dodecreto de prisão dos policiais e bombeiros envolvidos na ação grevista foi o ponto cedido pelacategoria, que irá tentar negociar a liberação dos PM presos por via judicial.
Os policiais ressaltam na nota a intransigência do governo Wagner, já conhecida do movimentodocente. “Repudiamos a forma autoritária e ditadora do Governo da Bahia, que de forma truculenta eautoritária, lacrou a Sede da ASPRA-BA, assim bem como a sua conta bancária. Episódio só vistoantes durante a Ditadura”, destacam. O documento é encerrado com um agradecimento ao apoio dasociedade e a afirmação de que a luta por melhores condições de trabalho e respeito continua. A Adufs divulgou sua solidariedade ao movimento em nota paga dia 07 de fevereiro.
fonte: ascom adufs
 
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